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De longe nada se vê, tão pouco de perto. A montanha, germe de vida em contenção, é ciosa do seu equilíbrio, dos seus segredos.
O portal de entrada, dissimulado na vulgaridade das coisas, não é visível, sente-se. E, aos poucos que o transpõem, nada lhes é dito. São eles que, pela natureza do seu caminhar, entram na montanha com a naturalidade da nudez.
No seu desfrutar, sentir é condição primeira e, despojando-se das cicatrizes, desvendam cores e odores, mergulhando na essência do lugar.
Montanha, eterno feminino...
.O portal de entrada, dissimulado na vulgaridade das coisas, não é visível, sente-se. E, aos poucos que o transpõem, nada lhes é dito. São eles que, pela natureza do seu caminhar, entram na montanha com a naturalidade da nudez.
No seu desfrutar, sentir é condição primeira e, despojando-se das cicatrizes, desvendam cores e odores, mergulhando na essência do lugar.
Montanha, eterno feminino...
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