.
.
.
..
Um aviso prévio: este texto não é razão, é coração. É que esta semana as emoções andaram à flor da pele. Por várias razões. De entre elas, partilho convosco as manifestações de afecto e carinho com que fui brindado, principalmente por uns pequenos seres de quem sou responsável vai para quatro anos. Tive direito a missivas tocantes, música (Diogo, trata bem esse violino!), chocolates, perfume, bolo, e até o "Jerusalém", do Mia Couto, me veio parar às mãos. Como se não fosse pouco (e foi tanto!) também chegou até mim uma árvore, acompanhada das seguintes palavras:
"A um poeta, homem, "pai", professor!
Dar é reconhecer que se gosta. ...depois de algum pensar, decidimos dar-lhe uma flor. Só que há um senão, as flores murcham. Se ao menos elas fossem eternas! Então damos-lhe flores eternas, canto de tanto poeta, amendoeiras em flor!
Quando estiver no seu terreno a olhar para o horizonte, pelo menos uma vez no ano há-de lembrar-se..."
Que dizer perante isto? Creio que, nestas alturas, nada mais há a dizer que obrigado. Apenas. Porque o resto são sentimentos que teimam em ficar à flor da pele. E eu engasgo-me. Mas sinto. Muito! E reconheço-me na função de ser professor.
Acabei há pouco de plantar a amendoeira, e baptizei-a de Árvore dos Afectos. Com a esperança de que seja minha cúmplice para o resto da vida.
.
.
"A um poeta, homem, "pai", professor!
Dar é reconhecer que se gosta. ...depois de algum pensar, decidimos dar-lhe uma flor. Só que há um senão, as flores murcham. Se ao menos elas fossem eternas! Então damos-lhe flores eternas, canto de tanto poeta, amendoeiras em flor!
Quando estiver no seu terreno a olhar para o horizonte, pelo menos uma vez no ano há-de lembrar-se..."
Que dizer perante isto? Creio que, nestas alturas, nada mais há a dizer que obrigado. Apenas. Porque o resto são sentimentos que teimam em ficar à flor da pele. E eu engasgo-me. Mas sinto. Muito! E reconheço-me na função de ser professor.
Acabei há pouco de plantar a amendoeira, e baptizei-a de Árvore dos Afectos. Com a esperança de que seja minha cúmplice para o resto da vida.
.
.








